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Não me prendas as mãos
não faças delas instrumento dócil de
inspirações que ainda não vivi
Deixa-me arriscar o molde talvez incerto
deixa-me arriscar o barro talvez impróprio
na oficina onde ganham forma e paixão
todos os sonhos que antecipam o futuro.
(Ademar Ferreira dos Santos)
não faças delas instrumento dócil de
inspirações que ainda não vivi
Deixa-me arriscar o molde talvez incerto
deixa-me arriscar o barro talvez impróprio
na oficina onde ganham forma e paixão
todos os sonhos que antecipam o futuro.
(Ademar Ferreira dos Santos)
Terça-feira, 29 de Junho de 2010
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«Pintar e Reinventar o Mundo à Luz das Vanguardas»
Desde o limiar do século XX, a Arte experimentou alterações profundas que, muitas vezes, apresentam formas que resultam difíceis de interpretar para um espectador não iniciado. Este atelier livre cria um espaço em que cada participante aprende a olhar as diferentes manifestações da vanguarda no sentido de aprofundar conhecimentos, alargar horizontes de experimentação plástica e derrubar preconceitos artísticos para se tornar num fazedor de arte polivalente.
Durante as sessões teóricas e práticas, cada participante é incentivado a conceber a arte plástica como forma indissociável da vida de todos os dias e como experiência de fruição que lhe permita ter uma mente aberta e ser um criador interessado em realizar projectos estéticos que contribuam para a mudança de atitudes numa perspectiva de abertura à diversidade das culturas da nossa sociedade globalizada. Consciente das preocupações ecológicas de que a Europa é paladina, o atelier formará um sujeito sensível e receptivo a tornar a ilha atlântica num lugar de intervenção estética. Segundo uma visão estética consciencializadora, o atelier proporciona a cada formando competências e conhecimentos actualizados que lhes possibilitem transformar espaços urbanos ou rurais em arte dialogante através de instalações plásticas efémeras que aproveitem materiais existentes para revalorizar o património cultural e natural da ilha.
Durante as sessões teóricas e práticas, cada participante é incentivado a conceber a arte plástica como forma indissociável da vida de todos os dias e como experiência de fruição que lhe permita ter uma mente aberta e ser um criador interessado em realizar projectos estéticos que contribuam para a mudança de atitudes numa perspectiva de abertura à diversidade das culturas da nossa sociedade globalizada. Consciente das preocupações ecológicas de que a Europa é paladina, o atelier formará um sujeito sensível e receptivo a tornar a ilha atlântica num lugar de intervenção estética. Segundo uma visão estética consciencializadora, o atelier proporciona a cada formando competências e conhecimentos actualizados que lhes possibilitem transformar espaços urbanos ou rurais em arte dialogante através de instalações plásticas efémeras que aproveitem materiais existentes para revalorizar o património cultural e natural da ilha.
Excelentes trabalhos, estes jovens são pequenos grandes artistas!
ResponderEliminarFoi muito terem conseguido o apoio europeu, é bom saber que as verbas são aproveitadas em projectos como estes, que valem a pena e que dão frutos!
ResponderEliminarNFA